Frutas, como fazer uma boa escolha?

Fazer feira quando se mora sozinho é um trabalho bem complexo no início. Isso porque quem não tem esse costume provavelmente irá se deparar com várias questões diante das inúmeras marcas e tipos de produto.

O setor onde tive mais dificuldades – e ainda tenho, por isso acabo evitando comprar (o que não é muito sensato e saudável, diga-se de passagem) – é o das frutas. Cada uma possui uma particularidade e uma forma própria de identificar quando está madura e com o sabor desejado. Ter esse conhecimento é muito importante porque algumas frutas estragam muito facilmente, então é necessário saber escolher de acordo com a frequência do seu consumo.

Conversando com uma amiga minha que trabalha num hortifrutti sobre umas uvas verdes que comprei e estavam azedas (embora eu tenha testado e as escolhidas estavam doces), ela me indicou escolher cachos de uvas que não estivessem completamente verdes. As uvas com um pedacinho roxo/amarronzado no meio do esverdeado costumam ser as mais doces (atentando para que estas não estejam murchas). E não é que é verdade? Sempre achava essas uvas mais feias e, consequentemente, não tão boas; mas essa relação direta entre beleza e sabor não se valida sempre. E ainda vou mais além, ao reiterar o que muitos defendem que é o fato de a maior parte das frutas que tem um visual apetitoso só o ter devido ao número excessivo de agrotóxicos que nelas são colocados. Mas esses questionamentos eu deixo para a Lu, por ter maior propriedade no assunto, discutir através de posts como “brotar ou não brotar: eis a questão” e “você é sim o que come”.

Hoje tirei a noite para assistir vídeos ensinando como escolher frutas e encontrei várias dicas interessantes. Para não sair indicando vários, escolhi um que é relativamente completo e mapeei onde no vídeo que cada fruta é citada para facilitar quem está procurando informações sobre alguma específica.

Eles dividem as frutas em climatéricas (as que amadurecem pós colhimento) e não-climatéricas (as que são colhidas no ponto de maturação comercial). Essa conceituação é importante porque, por exemplo, na hora de comprar uma banana – considerada uma fruta climatérica –, você não vai desejar comprar o cacho mais maduro de todas se, por exemplo, morar sozinho porque sabe que logo vai se estragar. Assim, sua escolha quanto ao ponto de maturação e quantidade da fruta que vai ser comprada pode variar com relação à classificação dada.

É importante frisar que existem algumas técnicas para retardar ou acelerar esse processo. O blog uma química irresistível destaca, por exemplo, que o amadurecimento de frutos climatéricos colhidos ainda verdes pode ser retardado sob baixa temperatura e em ambiente em teor de oxigênio controlado – entretanto, frutos tropicais costumam deteriorar a temperaturas baixas, como é o caso da banana que altera a textura, cor e sabor, devendo ser conservada ao ar livre e à temperatura ambiente.

Climatéricas:

ABACATE (1:48); BANANA (2:51); MANGA (3:54); MAMÃO (4:50); GOIABA (5:32); MAÇÃ E PERA (6:15); PÊSSEGO (7:35); MARACUJÁ (8:16).

Não-climatéricas:

ABACAXI (9:11); UVA (10:45); MELANCIA (11:20); MORANGO (12:12); MELÃO (12:45); LARANJA, LIMÃO E TANGERINA (13:25); CARAMBOLA (14:18).

Espero que as informações que aprendi nesse vídeo me poupem de ficar no supermercado mexendo nas frutas para um lado e para o outro fingindo que estou procurando algo específico, quando não tenho nem ideia do que estou escolhendo. hahaha Tal como espero que sejam úteis para vocês também! =)

Boa noite e uma ótima alimentação saudável para vocês! =*

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